Quebro o jarro de loiça azul. No chão, a água afunda o
tempo. O relógio pára.
O bule acorda as violetas do quadro pendorado no olhar
distante. Aroma da manhã de um dia branco, onde escrevemos o nosso tempo em
palavras corridas.
Estático. Guardo na gaveta o sentir que quero sentir, sempre...
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
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