terça-feira, 22 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Aos poucos...
O dia não ajuda. O cinzento do céu inunda até a alma mais distraída.
Com um ar macambúzio, chego ao escritório contigo. Digo-te: “Não me apetece nada!”. Não me respondes…
Bebo um café para afastar o sono e começo a escrever: nada. Sete horas e meia de vazio que custam a passar e atormentam os meus dias úteis totalmente inúteis.
Limito a minha mente como refúgio. Se alguma vez soube o que queria, esqueci.
Todos os dias morro um pouco.
Com um ar macambúzio, chego ao escritório contigo. Digo-te: “Não me apetece nada!”. Não me respondes…
Bebo um café para afastar o sono e começo a escrever: nada. Sete horas e meia de vazio que custam a passar e atormentam os meus dias úteis totalmente inúteis.
Limito a minha mente como refúgio. Se alguma vez soube o que queria, esqueci.
Todos os dias morro um pouco.
Até quando haverá "poucos"?
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