Com um ar macambúzio, chego ao escritório contigo. Digo-te: “Não me apetece nada!”. Não me respondes…
Bebo um café para afastar o sono e começo a escrever: nada. Sete horas e meia de vazio que custam a passar e atormentam os meus dias úteis totalmente inúteis.
Limito a minha mente como refúgio. Se alguma vez soube o que queria, esqueci.
Todos os dias morro um pouco.
Até quando haverá "poucos"?

2 comentários:
É triste quando a mais bela flor de um jardim morre todos os um pouco, porque o pouco que ela morre é muito quando a estrela, o centro e o tudo de um jardim é ela.
É triste quando a mais bela flor de um jardim morre todos os um pouco, porque o pouco que ela morre é muito quando a estrela, o centro e o tudo de um jardim é ela.
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