Às vezes, os Teus olhos olham os meus. Procuram o mundo que existe lá fora, não em mim...
Vivo alheada... Vivo...
Procuro inconsciente, lúcida, compreender o que não é compreensível.
O sem sentido inerente ao quotidiano incomoda-me, turva a água límpida do tempo. Procuro proteger-me em Ti. Incomodam-me os conflitos exteriores à órbita: ausência/excesso.
De pensamento...
De lógica...
De realidade...
Levanta os braços, não deixes a chuva cair sobre mim...

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