segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Aos poucos...

O dia não ajuda. O cinzento do céu inunda até a alma mais distraída.

Com um ar macambúzio, chego ao escritório contigo. Digo-te: “Não me apetece nada!”. Não me respondes…

Bebo um café para afastar o sono e começo a escrever: nada. Sete horas e meia de vazio que custam a passar e atormentam os meus dias úteis totalmente inúteis.

Limito a minha mente como refúgio. Se alguma vez soube o que queria, esqueci.

Todos os dias morro um pouco.

 
Até quando haverá "poucos"?

2 comentários:

Indivíduo disse...

É triste quando a mais bela flor de um jardim morre todos os um pouco, porque o pouco que ela morre é muito quando a estrela, o centro e o tudo de um jardim é ela.

Indivíduo disse...

É triste quando a mais bela flor de um jardim morre todos os um pouco, porque o pouco que ela morre é muito quando a estrela, o centro e o tudo de um jardim é ela.