Estava eu à espera que o metro chegasse quando, uma rapariga se senta a meu lado. Da mala tirou um caderno onde começou a escrever. Era loira, com cabelo curto incerto, olhos verdes outono e pele tom caramelo. Escrevia datas. No ventre, por baixo de uma blusa solta, azul marinho a libertar um mar de verão, um alguém com encontros futuros a acontecer num amanhã... Um ser que espera pelo metro, mundo com tantas cores...
Sentires que se fundem num abraço de Vida!
Laço de sangue que não se desata...
Sentires que se fundem num abraço de Vida!
Laço de sangue que não se desata...

Sem comentários:
Enviar um comentário