Sinto a chuva molhar-me os pés... A fúria dos céus contrasta com as minhas roupas alegres, típicas de verão e com as sandálias tão peculiarmente minhas, onde uma gota de água em cada pé reflecte o brilho dos meus olhos. Há um mar... Lágrimas de saudade que cessam na contagem do tempo que anuncia o relógio de areia... As pessoas correm apressadas, mais do que o tempo, mas sem tempo para o tempo... E tudo passa em câmara lenta... Sorrio... A trovoada aperta-me o peito, encosta-me a Ti...
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