Vincent van Gogh, 1888
Em conversa amena de café com uma amiga, tomo o gosto do momento e sorvo as palavras que nos escorrem entre os curtos silêncios e o saborear de uma água. E no desabafo dos dias, que passam quase sem os vermos, existem pormenores, detalhes que nos fazem sorrir e perceber aromas não sentidos em tempo real.
O rapaz da mesa ao lado observa-nos e contempla a nossa conversa. Olha para a Maria com um entusiasmo adolescente, escondido sob a sua barba madura, e ela sorri-lhe. Segura firmemente a caneta com que escreve letras juntas, que deixam adivinhar o seu pensamento dela...
E a conversa continua. E o silêncio permanece...
Um (des)encontro(?)... Um dia bom que faz sonhar...
O rapaz da mesa ao lado observa-nos e contempla a nossa conversa. Olha para a Maria com um entusiasmo adolescente, escondido sob a sua barba madura, e ela sorri-lhe. Segura firmemente a caneta com que escreve letras juntas, que deixam adivinhar o seu pensamento dela...
E a conversa continua. E o silêncio permanece...
Um (des)encontro(?)... Um dia bom que faz sonhar...


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