
Ontem, em conversa despreocupada com o Ricardo, surgiu a hipótese de ser criada uma máquina do tempo, uma máquina que nos permitisse viajar no tempo de forma invisível, como meros espectadores sem nunca intervir de forma directa. Seria óptimo presenciar momentos passados que traçaram o nosso caminho até ao presente. Mas seria também possível presenciar momentos que continuam a ser uma incógnita nos dias de hoje, que têm a sua própria magia por serem isso mesmo, um mistério.
Seria possível presenciar a batalha de Alcácer Quibir, por exemplo, e conhecer os verdadeiros factos associados ao desaparecimento de D. Sebastião, terminando com o famoso estigma do povo português. E recuando ainda mais no tempo, seria possível descobrir as causas do desaparecimento de civilizações míticas como a Maia, deitando por terra as teorias de uns, vingando as de outros, ou surgiriam até respostas nunca antes imaginadas.
E o que dizer da própria Origem do Homem?
A História seria rescrita com uma maior precisão, isso é certo. Mas também geraria, muito provavelmente, guerras religiosas e/ou políticas, e a História perderia todos os seus enigmas, tão bons de imaginar e essenciais para muitos.
Talvez desse resposta ao verdadeiro objectivo da nossa existência... ou não...
Seria possível presenciar a batalha de Alcácer Quibir, por exemplo, e conhecer os verdadeiros factos associados ao desaparecimento de D. Sebastião, terminando com o famoso estigma do povo português. E recuando ainda mais no tempo, seria possível descobrir as causas do desaparecimento de civilizações míticas como a Maia, deitando por terra as teorias de uns, vingando as de outros, ou surgiriam até respostas nunca antes imaginadas.
E o que dizer da própria Origem do Homem?
A História seria rescrita com uma maior precisão, isso é certo. Mas também geraria, muito provavelmente, guerras religiosas e/ou políticas, e a História perderia todos os seus enigmas, tão bons de imaginar e essenciais para muitos.
Talvez desse resposta ao verdadeiro objectivo da nossa existência... ou não...

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